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Sobre a Colecção
 
 
 
   
   
 
   

Roteiro da Colecção do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

Publicado em 2004, o Roteiro da Colecção do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão integra referências a 139 artistas representativos da colecção.

A actual edição substitui o pequeno roteiro publicado em 1996 e propõe uma informação mais aprofundada sobre cada autor que referência, completando-a com uma história do museu e Capa do Roteiro da Colecçãoda colecção, uma cronologia comparada e numerosas referências bibliográficas. Procura ainda dar conta de novas obras que entretanto vieram aumentar a colecção.


Existe em versão portuguesa e inglesa.


Estrutura: Cinco grandes capítulos

No Roteiro, o acesso à informação sobre cada artista está organizado em cinco grandes capítulos, complementados por um índice alfabético global.

O primeiro capítulo – “Durante o Modernismo” – agrega 18 autores dos chamados “primeiro e segundo modernismo português”, até cerca de 1940.

O capítulo seguinte – “Os Artistas dos Anos Quarenta e Cinquenta” – associa, numa circunscrição temporal precisa, a emergência do Neo-Realismo, do Surrealismo e do Abstraccionismo, num total de 19 artistas.

“A Partir das Rupturas dos Anos Sessenta”, o capítulo mais vasto deste roteiro, com 63 referências, estabelece um panorama multidireccional dos caminhos percorridos durante uma, duas, ou mesmo três décadas, conforme os casos, pelos autores cujas linguagens actualizaram e renovaram definitivamente o contexto nacional e que continuam, na maior parte dos casos, a trabalhar ainda hoje. Por isso se trata do núcleo mais alargado. 
 
“Os Anos Mais Recentes” reúne entradas sobre 29 artistas que emergiram durante os anos noventa no meio português.
O último destes cinco capítulos – “Encontros” – associa um pequeno núcleo de 10 artistas estrangeiros que, de uma forma ou outra, se relacionaram com artistas portugueses, sobretudo durante a primeira metade do século XX.

Os textos de cada referência estabelecem um percurso biográfico de cada artista, veiculando um entendimento interpretativo, e por vezes crítico, da obra.
Na maioria das entradas, o leitor encontrará reproduzida a imagem de uma obra e, só em casos muito pontuais, de duas. Uma bibliografia seleccionada e a indicação da quantidade de obras do artista existentes na colecção completam a informação.
O design gráfico do livro é de Pedro Falcão/Secretonix.