|
.
MISSÃO E OBJECTIVOS
Divulgar e estudar a arte moderna e contemporânea, com especial incidência na arte portuguesa, através da apresentação permanente de obras da colecção do Centro e da organização de exposições temporárias e, simultaneamente, captar e fidelizar públicos desenvolvendo o seu interesse pela arte moderna e contemporânea, através de acções nas áreas da educação, divulgação e animação.
APRESENTAÇÃO
Fundado em 1983, o CAMJAP tem o nome do primeiro Presidente da Fundação, José de Azeredo Perdigão. A sua colecção de arte, que vem sendo constituída desde o final dos anos 50, reúne os artistas mais representativos de todo o século XX português até à actualidade, alguns artistas estrangeiros que com eles se relacionaram, sobretudo durante a primeira metade do século, um núcleo de arte britânica adquirida desde o final dos anos 50 e ainda um conjunto de obras de arte arménias.
O CAMJAP mantém a sua preocupação patrimonial de alargamento da maior colecção de arte portuguesa do século XX e XXI e um perfil de programação diversificada de exposições temporárias, que se realizam no seu edifício e na Sede da Fundação. Procura, com elas, valorizar a sua colecção e acompanhar a produção artística nacional e internacional mais relevante da actualidade e durante o último século. Para além das exposições temporárias, o Museu do CAMJAP expõe de forma permanente uma parte da sua colecção e organiza exposições rotativas a partir do seu acervo. Através do seu Sector de Educação, o CAMJAP favorece o debate em torno de problemáticas da Cultura Visual na sociedade Contemporânea, da História de Arte e da Estética, desenvolvendo iniciativas ligadas à colecção e às exposições.
O Jazz em Agosto realiza-se anualmente: ao longo de uma a duas semanas, com uma oferta que se tem situado entre os 12 a 20 concertos e uma programação que procura revelar os aspectos mais inovadores da prática do Jazz contemporâneo.
O Prémio Maria Madalena de Azeredo Perdigão é atribuído também anualmente. Foi instituído pelo Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, com o objectivo de destacar, em cada ano, no campo das artes do espectáculo, um artista português ou um artista estrangeiro, que, incontestavelmente, esteja a desenvolver a sua carreira em Portugal e que se tenha distinguido pelo carácter inovador e pela originalidade das suas realizações artísticas, nomeadamente pelo seu contributo para o alargamento das fronteiras estéticas e dos modelos de produção em prática.
|